O Stray Kids realizou o show mais lotado do Palco Mundo no dia 12, horas antes da apresentação, a concentração de fãs diante do palco já era tão grande que a produção precisou orientar o público a recuar em determinados momentos.
Em 2025, o grupo já havia levado aproximadamente 160 mil pessoas a três apresentações no Brasil, demonstrando uma capacidade de mobilização que ajuda a explicar por que sua presença em um festival provoca um impacto tão grande.
Antes deles, Hwasa também encontrou uma plateia extremamente participativa, reforçando algo que os grandes eventos começam a perceber: mesmo artistas de K-pop que ainda não fazem parte do mainstream brasileiro chegam acompanhados de comunidades altamente engajadas.
Mas um dos dados mais interessantes não veio diretamente da bilheteria.
Veio dos celulares.
O dia dedicado ao K-pop registrou o maior tráfego de dados móveis do Rock in Rio 2026 até então. Foram cerca de 90,5 terabytes consumidos no Parque Olímpico.
Somente durante a apresentação do Stray Kids foram utilizados aproximadamente 2,3 terabytes de dados.
O número ajuda a explicar a diferença desse público.
O fã não apenas assiste ao espetáculo.
- Ele fotografa.
- Filma.
- Publica.
- Comenta.
- Compartilha.
- Produz fancams.
- Cria tendências.
- Participa de comunidades.
E transforma um show de algumas horas em conteúdo que pode continuar circulando durante dias ou semanas.
Para patrocinadores, artistas e festivais, essa capacidade de ampliar organicamente a experiência para além dos portões do evento tem um enorme valor.
