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Como fenômeno do Stray Kids no Rock in Rio estabelece o K-pop nos festivais?

O Stray Kids realizou o show mais lotado do Palco Mundo no dia 12, horas antes da apresentação, a concentração de fãs diante do palco […]

14.09.2026

O Stray Kids realizou o show mais lotado do Palco Mundo no dia 12, horas antes da apresentação, a concentração de fãs diante do palco já era tão grande que a produção precisou orientar o público a recuar em determinados momentos.

Em 2025, o grupo já havia levado aproximadamente 160 mil pessoas a três apresentações no Brasil, demonstrando uma capacidade de mobilização que ajuda a explicar por que sua presença em um festival provoca um impacto tão grande.

Antes deles, Hwasa também encontrou uma plateia extremamente participativa, reforçando algo que os grandes eventos começam a perceber: mesmo artistas de K-pop que ainda não fazem parte do mainstream brasileiro chegam acompanhados de comunidades altamente engajadas.

Mas um dos dados mais interessantes não veio diretamente da bilheteria.

Veio dos celulares.

O dia dedicado ao K-pop registrou o maior tráfego de dados móveis do Rock in Rio 2026 até então. Foram cerca de 90,5 terabytes consumidos no Parque Olímpico.

Somente durante a apresentação do Stray Kids foram utilizados aproximadamente 2,3 terabytes de dados.

O número ajuda a explicar a diferença desse público.

O fã não apenas assiste ao espetáculo.

  • Ele fotografa.
  • Filma.
  • Publica.
  • Comenta.
  • Compartilha.
  • Produz fancams.
  • Cria tendências.
  • Participa de comunidades.

E transforma um show de algumas horas em conteúdo que pode continuar circulando durante dias ou semanas.

Para patrocinadores, artistas e festivais, essa capacidade de ampliar organicamente a experiência para além dos portões do evento tem um enorme valor.

Qual foi sua reação?